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Palavras sem pudor - blog voltado ao público gay adulto, acima dos 18 anos, contendo vídeos, contos e fotos de e com homens acima dos 18 anos. Aos menores de 18 anos, por favor, saiam dessa página. Obrigado.


Conto...

Quando a lua está favorável aos bons encontros...

Quando ele chegou, o silêncio se fez presente. Nada a se falar. O que dizer diante do desejo? Diante daquele que corpo que desejava e daquele cheiro que exalava de seu corpo? Nada prometi, nada questionei. Fui tomado pela vontade daquele homem aparentemente normal. Nossos corpos no momento se tornam um só entre roupas e sensações. O homem aparentemente normal beijou-me, invadiu minha boca com sua língua e seu hálito de cerveja. O beijo é o sal do sexo, dá o gosto da comida que ainda será saboreada.

Mãos, braços, sexos que se apertam, esfregam e se buscam, silêncio transformado em ruídos caudelosos e jamais traduzido por nenhuma língua, é o instinto dando às ordens no tribunal do sexo. O homem, agora não mais normal, afasta-se alguns centímetros e me proporciona o mais grotesco e encantador streper. Arrancou sua roupa com o silêncio de uma animal faminto. Despido, vejo emolderar-se um homem nada normal, um homem com um olhar faminto, braços longos e talhados em músculos discretamente desenhados, pêlos vastos que cobriam a carne salgada e um pau rígido, na medida que uma boca e um cu receberiam sem prejuízos para a anatomia.

O silêncio foi rompido por uma frase tão comum, mas que no momento se tornava um verso greco-latino: "... vem, chupa!". Obedeci. Saciei-me. Provei de um belo exemplar de falo. Gastei um bom tempo saboreando tudo aquilo só meu naquele momento. Sou interrompindo, quando minha cabeça é puxada para o encontro dos lábios dele. Beijava com vontade. Fui recompensado por um gesto de desejo inesperado: fui mamado pelo meu urso silencioso. Chupou-me deliciosamente até atingir meu cuzinho, que molhado estava de desejo. Mordiscava minha bunda e lambia meu anus como se lambe e come uma manga carnuda.

"Quero fuder esse cu, tá?" ressoou a frase no ar. Eu consenti. Eu deseja. Eu pedia. De bruços, ele entrou dentro de mim sem pedir licença, invadiu a casa, explorou todos os espaços. Sentia seu suor banhar as minhas costas quentes. Sentia seus pelos molhados roçar nas minhas costas. Sentia sua língua na minha nuca, seu dentes na minha orelha e sua mão direita a puxar meus cabelos empurrando minha cabeça contra o seu ombro. "Puta!... você é minha puta?"... indagava quebrando o silêncio das palavras. Eu respondia afirmadamente... eu era a puta daquele homem aparentemente normal.

Não aguentando a excitação do momento de palavras e gestos, gozo fartamente. O chão recebe meu gozo farto de prazer. "Goza puta!" Dei meu último espasmo de gozo, ouvindo essa doce e mais desejada frase de um homem. O meu homem aparenetemente normal se desprende de mim. Dirige-se até a minha cara e goza fartamente no meus lábios, nariz e queixo. Ouvir seu gozo era um prazer a parte, era verdadeiramente um tesão.

Não me pergunte seu nome, pois não sei. Sua idade? Arrisco, 45 anos. Apenas sei que ele era o homem que estava no ponto de ônibus, solitário e com o desejo de ter outro homem naquela noite de primavera.

(X. Luccine -  Primavera/2010)



Escrito por X. Luccine às 10h52
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Conto...

O armador

Finalmente o interfone tocou, finalmente teria meu armário armado, depois de longos e estressantes dias de espera de um armador. Abro a porta e a luz que acompanha esse meu gesto reproduz uma modelagem de um homem de espírito viril. “Sr. Costa?”, perguntou o armador enviado pela empresa. “Sim, sou eu.” – respondi surpreso pela imagem que se produzia em minha frente. “Meu nome é Lima, o armador.” Ele entrou, dirigiu-se até a caixa onde se encontrava o armário em pedaços. Pedaços também eu estava ao me deparar com um tipo humano que fazia margem aos meus mais despudorados desejos carnais. Um autêntico mulato, de braços fortes e corpo truculento: um perfil  baiano, suburbano, originalmente grotesco.

A cada peça tirada da caixa, os músculos do jovem armador se delineavam diferentemente. Notei que em um dos braços se salientava uma tatuagem mal feita com um desenho sem definições, no entanto transpirava masculinidade. A dança do armador no seu ofício me seduzia, deixava-me inconstante, poluía meus pensamentos. “Mas essa terra tá quente, né? Nunca vi um verão tão abafado...” comentava o Lima sobre o clima. Realmente está muito quente, eu também estava quente, meus pensamentos efervescidos. “Sem dúvida, a cidade está muito quente, chega a incomodar bastante quem é da cidade, imagine os fora.” – ele respondeu-me com cabeça afirmativamente e na boca preso dois parafusos, ele pronunciava com sons guturais. Eu mesmo tomo uns três ou quatro banhos por dia para agüentar, disse pausadamente. “Nem fale, eu também... falando em calor, o senhor podia me dar um copo d´água?”

Gentilmente me dirigi à cozinha para saciar a sede do Lima, passando ao lado dele, senti meu corpo arrepiar, o cheiro que exalava dele era de um macho em serviço: suor, sabonete e desodorante ordinários. Peguei a água e ofereci ao sedento armador. Este levantou-se, o suor desenhava linhas inconstantes no seu rosto, no seu pescoço e os seus lábios grossos nutriam um ressecamento natural dos sedentos. “Obrigadão”, agradeceu com seu jeito de homem simples, natural. Sua mão que, agora, pegava o copo com o desejo de quem daria a vida por gotas d´água, seus dedos longos, grossos presos ao copo sugeriam, no imaginário popular, a dimensão das suas partes que se escondiam por detrás daquela calça jeans e camisa. Contemplei a cena como se a sede também estivesse sendo saciada.

“Se quiser tirar a camisa para ficar mais à vontade e aliviar o calor, tudo bem. Sei o que é trabalhar no calor.” Sugeri com todas boas e más intenções. Ele agradeceu com um sorriso e obedeceu ao meu pedido. Recuei inebriado com aquele corpo que se desnudava em minha frente. A minha carência naquele dia estava na escala 09 de 01 a 10. Não tive como deixar de olhar perplexo e desejoso para aquele corpo: pele morena, ombros largos, braços definidos tatuados, uma caixa de peito delineada pelo esforço do labor diário e um abdômen rígido de homem bem alimentado. Como não resistir a esse ser que se fazia presente.

O Lima era um homem com traços comuns e estilo também comum de sua geração. Algo me dizia que daquele corpo podia sair uma boa feijoada com direito a caipirinha e pagode, portanto a festa podia ser proveitosa. Não conseguia deixar de olhar aquele monumento natural de homem. O Lima percebeu meu olhar desejoso, faminto, minha boca salivava. Era impossível desviar a atenção daquele peito suado que exalava sensualidade e uma dose intensa de virilidade. Meu olhar de anjo faminto não inibiu o jovem armador. Insinuava-se ora apalpando sua ferramenta natural entre as pernas ora enxugando o suor do peito com a camisa. Era um bailado que pedia platéia, aplausos e gritos histéricos.

O que fazer para ter aquele homem por alguns momentos dedicados a mim, à minha fantasia, aos meus desejos mais baixos. Aquela tarde eu estava especialmente instintivo, pedia carne e as mais avassaladoras palavras de baixo-calão. O móvel já estava quase armado, em alguns instantes tudo estaria terminado e, principalmente, o sentimento de frustração se abateria em pouco tempo. Sou um bosta, não sei encarar e investir na minha presa ou no meu algoz. Onde deixei escondida a minha iniciativa?

“Armário bonito, senhor!” comentou, finalizando o seu serviço. “Obrigado, mas sem o ´senhor´, por favor”. Ele sorriu. “É o costume”. Rebati, “sou tão velho assim?” Ele balançou a cabeça, “nada, você é todo garotão”. Sorri demasiado, “então relaxe, Lima.” Ele me encarou e indagou, “É pra relaxar mesmo”? Seu olhar era devorador. Senti um congelar na espinha com a pergunta do jovem. Em frações de segundo, minha cabeça deu um giro de 180º e o impulso animal berrou alto. “Só depende de você.” Minha ousadia e coragem surpreenderam os meus diários de vida. O suor intensificou-se sobre o meu corpo, minha voz já produzia uma entonação de animal no cio. Estava entregue a toda sorte naquele momento. Nossas intenções se revelavam no silêncio e com olhares entrecortados. A luz do sol daquela tarde quente que invadia a cena marcava em sombras o corpo do homem Lima. Vejo-o segurar com a tara dos machos o pau que se avolumava por debaixo da calça jeans desbotada. Os gestos se repetiam e eu, do outro lado, acompanhava totalmente enlouquecido os seus gestos sedutores. “Vem... chega mais perto... vem relaxar... não é isso que você queria?” Essa foi a senha que eu precisava para dar vazão aos meus mais secretos desejos. Mas nenhuma palavra pronunciada. Era momento apenas de agir.

Aproximei-me do Lima. Ficamos bem próximos. Dava pra sentir seu cheiro suado de homem, sua respiração, seu hálito. “Não consigo relaxar”, disse ele ao meu ouvido. Sinto sua mão pegar a minha e dirigi-la ao seu pau. “Vê, como posso relaxar?”, soletrou deliciosamente. Apalpei aquele pau que latejava de tesão por debaixo daquela calça. Nossos rostos permaneciam frente a frente. Eu continuava a medir aquele volume quente com a mão. Quando sinto a mão direita do Lima invadir com seus dedos no meu cabelo, segurá-lo firmemente e puxar-me para ele. Sou tomado pela língua do armador adentrar minha boca. Quente, grossa e salivada, a língua tomava minha boca e eu sugava ferozmente aquela língua que me sufocava. Acelerei as pegadas no pau do Lima. Ele respondeu meu entusiasmo apertando-me a bunda com sua mão esquerda. Estávamos entregues ao momento e ao desejo.

Por sugestão do Lima, fomos tomar banho ou continuar as preliminares debaixo do chuveiro. Uma boa sugestão. Quando chegamos ao banheiro, vejo aquele homem se despir e meu coração acelerar, pau doer de tão duro. “Vem...” me chama. A água fria cai e vejo aquele homem debaixo d ´água nu e com um pau avassalador. Nos beijamos e nossos corpos se encontraram, paus se tocaram, mãos se perceberam... saboei aquele homem... lavei seu caralho rígido e saliente. Ele gemia na massagem que fazia em seu pau todo ensaboado. Lavado, não podia resistir. Ajoelhei e chupei aquele caralho da medida que precisava naquele momento. Ele gemia e forçava minha cabeça para engolir mais e mais o caralho. Fudeu feito um cão minha boca. Engasguei alguns momentos, mas não pensei em momento nenhum tirar de minha boca. Saimos do Box molhados e caímos na cama. Lá ele me dominaria por completo. Assim ele fez. Notei que o rapaz tinha uma larga experiência com o mesmo sexo. Sabia dominar a situação. Sinto aquele homem levantar minhas pernas e explorar meu cu com uma fome de leão: lambia, mordiscava, cuspia... tudo o que um “cunilíngua” de qualidade deveria ter. E assim me explorou. Depois de alguns minutos saboreando meu cu, sinto seu dedo invadir meu cu, um, dois, três dedos foram enfiados e muito bem manejados dentro de mim. Enlouqueci. Gemia, urrava de prazer. “Tá gostando, cara? Quer mais?” perguntou o Lima tomado de prazer. “Não tira, continua...” implorei. “Toma então...” eram dedos que se mexiam e se enterravam numa habilidade espantosa dentro do meu cu.

O Lima deitou-se na cama e me pediu para chupá-lo novamente. “Me mama outra vez, deixa meu cacete duraço pra eu meter gostoso em você”. Como desobedecer a uma ordem daquela? Assim fiz. Mamei pau, saco, virilha e quando deslizei a língua até seu cuzinho, ele recuou, mas depois, surpreendentemente, deixou-se ser lambido no rabo. Que delícia de cuzinho ele tinha. Não quis me prolongar no ato e voltei ao cacete que estava uma pedra de tesão. “Vai querer afundar esse caralho como?” Perguntei com a voz de homem e o desejo de uma puta. Ele diretamente me disse, “se aguentar, quero que sente no meu caralho.” Deu um tapa de leve na minha bunda com um largo sorriso. “Vem... quem manda é você, cara.” Peguei todo o material necessário para uma sentada de qualidade e segurança. “Vem, veste essa porra aqui com a borracha e abuse.”

Sentar naquele caralho foi uma das experiências mais prazerosas devido a um pequeno detalhe. O Lima sabia mover o caralho com uma destreza espantosa. Encaixei a cebeça grossa do pau dele na entrada do meu cu e o safado sem fazer nenhum movimento pelo quadriz, mexia apenas o pau, fazendo com que o meu canal retal fosse explorado cautelosamente sem eu sentir incômodo... quando me dei conta já estava com aquele caralho todo dentro de mim e os seus movimentos eram calmos e seguros. Realmente um expert em penetração. Depois de todo dentro e adaptado ao tamanho e espessura, ele pedia para eu mexer, era irresistível não obedecer. Cavalguei deliciosamente por cima daquele caralho. Certos momentos, eu parava e ele conduzia o movimento... preciosa e competentemente. Depois de um bom tempo nesta posição de prazer, ele me pediu para eu ficar de quatro. Na posição pedida, sinto aquele caralho penetrar macio dentro de mim. Agora, ele tomado pelas suas taras, socava feito um tigre em mim, puxava-me o cabelo, batia na minha bunda e pedia que eu rebolasse. Obedeci cada passo e fui recompensado com sua mão no meu pau. Ele me punhetou gostoso. O safado gostava mesmo da putaria entre homens. Ele urrava, fala os mais baixos palavrões enquanto socava aquele caralho em mim. Era tudo que precisava naquela tarde: um homem de verdade. O velho frango assado não faltou na ceia vespertina. Também foi última posição daquela primeira etapa. Quando ainda estava penetrando por trás, o Lima me pediu pra gozar na minha boca, inicialmente resisti, mas não pude dizer não por muito tempo. Nunca tive tanto esperma na minha boca. O pau latejando do jovem armador esporrava muito... eu, naturalmente, não resisti e gozei loucamente.

Tomados pelo cansaço do gozo, nos deixamos deitar. Minutos depois, o Lima se levantou. Pediu pra tomar banho. Ouço a água do chuveiro cair e desenho na minha mente o caminho percorrido pela água no corpo do meu amante armador. O sol já não se fazia mais quente. O momento passou. O prazer passou, mas foi intenso. O jovem armador agora pegava seus instrumentos de trabalho, guardava-os na sua mochila. Senti um certos desconforto por parte dele, mas logo entendi que era natural. Não sabemos o que se passa na cabeça de certos homens depois de um gozo. Surpreendentemente, ouvi o Lima dizer: “Você é muito legal, gostei muito em te conhecer.” Disse na sua simplicidade o jovem expert em penetração. “Apareça quando quiser e sentir vontade”, finalizei. A porta se fechou, voltei a minha realidade e aproximei-me do armário trabalhado pelo Lima. Observei em seus detalhes. “Realmente o armário é muito bonito”, constatei depois de uma tarde de puro deleite.

X. Luccine - outono de 2010.

 

 



Escrito por X. Luccine às 17h46
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delirium...

Vivo entre o ontem e o amanhã;

O hoje não se faz significativo;

afinal torna-se ontem com mais facilidade do que o amanhã;

Vivo as lembranças de mãos que um dia me fizeram arrepiar;

Vivo a sensação de um gozo que nenhuma poesia foi capaz de versar;

Toco em dó maior as cordas do meu corpo,

Tiro notas em desafino pela dor da solidão.

Desenho em meus olhos a boca de um homem sem olhos

Beijo-o

Bebo sedento sua saliva de animal

Sacio-me com a sensação que tudo fora a verdade do hoje

que insiste em não deixar de ser ontem...

(X. Luccine)



Escrito por X. Luccine às 20h30
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Constatações...

Tenho aprendido que amar é um desafio de tolerância e dedicação;

Tenho aprendido que sexo por sexo desenvolve minha baixa-estima;

Tenho aprendido que gozar é tão insignificante e ter um orgasmo ao lado de quem amo, torna-se longo... prolonga-se com a respiração;

Tenho aprendido que não há nada mais gratificante do que ser surpreendido pela memória com a imagem de quem amamos;

Tenho aprendido que amar independe do tempo de duração, apenas viver o tempo já é o suficiente

Tenho aprendido que amar é mentir para o mundo para que o olho grande não se apodere do meu desafio.

http://www.youtube.com/watch?v=XcBU1brKxFA&feature=related

Cena do filme Maurice, 1997. Filme que narra uma bela história de amor entre dois jovens, no século XIX.



Escrito por X. Luccine às 20h35
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Ainda acredito que amar o meu semelhante é a maior prova de amor que posso dar a mim mesmo...

O que fazer para que as novas e velhas gerações possam acreditar no amor como uma proposta de vida salutar e crescente?

Um braço atravessado nas suas costas; um carinho despretencioso na sua orelha; um adormecer inesperado no seu peito são ações puras de amar, sem medo de desamar...

X. Luccine entre dores e esperanças numa noite chuvosas de outono/2009



Escrito por X. Luccine às 21h28
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Arriscar-se: uma frase, uma inspiração.

Arriscar-se é viver... li essa mensagem em um site de relacionamento. Não sei por que cargas d´água ela mexeu comigo...a natureza da frase é instigante, simples, provocativa, tanto que me fez debulhar essas palavras soltas.

Somos filhos do risco, a nossa concepção foi um risco, assim como nosso parto. Ao nos defrontarmos com a vida ainda escura dos olhos de um recém-nascido, o risco se fazia presente e misterioso. Dar os primeiros passos é um grande risco, descobrir que não devemos brincar, quando crianças, com o nosso sexo é um risco tamanho,estávamos desafiando a vontade de Deus, que não gosta de meninos que se arriscam demais com pecados obscenos.

Quando adolescemos, o risco se avoluma, é desafiador... o risco do primeiro beijo, da primeira gozada com medo da mão encher de pêlos e todos perceberem que você é um punheteiro de mão cheia... como era arriscado gozar no banheiro na hora do banho e ouvi alguém bater à porta, desafiando sua fantasia de punheteiro juvenil,  mas os hormônios desafiam os riscos, e beijar a boca do primeiro homem é a prova do maior dos riscos, apalpá-lo sobre a calça ou bermuda, descrevendo-o utopicamente na sua mente, desafiar o risco, abrindo o feixe ou desabotoando nervosamente até  senti-lo vivo em suas mãos: é o risco de encantamento e desejo indescritível.

Mas um dia o mundo sentenciou o maior de todos os riscos: fomos avisados que corremos riscos em sorver o líquido grosso e ácido que sai do falo de quem desejamos, pq é arriscado adoecer, nos fazemos riscos assim. Muitos desafiaram esse risco, mostraram ao mundo sentenciador que não tinham medo de suas ameaças, mas não resistiram, se tornaram estatística do risco, nos deixaram a vida sem riscos.

Mas e o amor? Esse nobre sentimento arriscado não se permite a esconder os riscos? Arriscamos a amar e sermos, depois, vítimas da solidão do risco, chorar os riscos derramados, embriagarmos com os vícios do risco. Passam-se verões, gerações, vidas... nos fazemos adultos aliados ao risco... a maturidade nos faz menos fantasmas dos riscos, conseguimos domesticá-lo, então por que não se arriscar a amar sozinho, a gozar sozinho, a andar sozinho pelas avenidas, a beber uma taça de vinho com riscos... Quem não arrisca, não petisca já diz a velha máxima... pesticarei... e olharei sem risco o espelho do retrovisor da minha história e darei língua ao risco...hahahahaha...uma prova que ainda estamos colhendo morangos pra vida.

 

X. Luccine numa noite de Outono de 2009



Escrito por X. Luccine às 21h15
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RETORNANDO A BLOGAR...

Quando a nudez não é castiga, apenas sugerida... inquietante...

Versos no corpo




Escrito por X. Luccine às 09h29
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DUPLA PENETRAÇÃO...É TUDO O QUE HÁ! VEJAM!

 

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Escrito por X. Luccine às 12h10
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Cenas SEM PUDOR - o melhor da cena pornô pra você

Cena: Uma trepada a três: o melhor do nosso mulato

(Filme originário do Blog DPAUS) 

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Escrito por X. Luccine às 09h57
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Cenas SEM PUDOR - o melhor da cena pornô pra você

Cena - ENTRE GRADES - uma trepada entre maduros!

http://www.mediafire.com/?5miu40mq2jz



Escrito por X. Luccine às 17h25
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ESTOU DE VOLTA COM NOVIDADES

Olá, minh agalera, estou de volta. Agora com uma novidade. Meu blog também é videoblog, isto é, alguns filminhos de putaria você poderá desfrutar aqui. Agora segue alguns, ok? beijos em todos!

HOMENS MADUROS - Excelentes! Confiram!

Filme 01

http://www.mediafire.com/?6ykq0zniyln

Filme 02

 http://www.mediafire.com/?8yzntntnnnk

 

INTERRACIAL

http://tinyurl.com/uzh7x



Escrito por X. Luccine às 16h40
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Palavras sem pudor: fetiches e perdições...

O nome dele é Ricardo Negro. Tem todas as ferramentas possíveis para atiçar a libido de muita gente, principalmente a minha. Tem 37 anos, e 23cm de material bélico...

Dedico essa postagem a Bela e Poderosa La Rúbia!

Delicie-se!

 

As armas prontas para o combate...e que combate!

Quem resiste a esse sorriso e a esse braço...

Provocando quem está quieto!

Armas poderosas... quem deseja se prender a essas algemas?

Sem comentários, apenas contemplação...

Perder-me nesse corpo dos deuses...

Que deLEITE!

(in www.gmagazine.com.br)




Escrito por X. Luccine às 18h28
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Palavras sem pudor: fetiches e perdições...

O nome dele é Adrian Fernandes, 28 anos e prata nossa. Um espetáculo dos deuses... veja!

  Graxa, virilidade e sensualidade...

 masculinidade e sensualidade...

 Tesão e virilidade

 Força e prazer...

(in. www.gmagazine.com.br)


 



Escrito por X. Luccine às 15h45
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Palavras sem pudor: imagens que chocam...

Fico impressionado como tem gente que agüenta...



Escrito por X. Luccine às 20h21
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Palavras sem pudor: palavras & imagens...



Escrito por X. Luccine às 20h03
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